Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

A fotografia nos faz olhar para todos os nossos lados, inclusive o de dentro.                                                                                                            Lina Marano

Tentando a sorte nas Loterias Joãosinho

A grafia da loteria já esclarecia: a zebra dava lugar à sorte. Numerosas, as combinações de opções eram minuciosas, ao mesmo tempo em que determinação e convicção entravam em ação. Com o S na posição do Z, as loterias Joãosinho atestavam que tentar a sorte nunca é demais.

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O coração em emoção na Papelaria Petrópolis

Sem indicação, a embalagem provocava reação. Listrado, o papel fazia ecoar um
coração em emoção. Verdes e brancas, as linhas do embrulho traduziam o orgulho de quem, com ele em mãos, fazia barulho. Causada pela Papelaria Petrópolis, a sensação provocada pela compra era revigorante e eletrizante.

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Café Rio Branco: hora de recarregar as energias

Irresistível e imprevisível, a ida ao Café Rio Branco era atraída pelo incomparável cafezinho. Sempre fresquinho e com gostinho de quero mais, refletia o teor dos assuntos que o acompanhavam: quentes e influentes. E foi assim que, duradouros, café e informação conquistaram, de grão em grão, a diversão e atenção do público.

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Pinikão 5000: copo na mão em clima de diversão

Independente do horário, a garotada era guiada pelo membro honorário da noitada que, com suas mesas na calçada, fazia da Irmãos D’Ângelo lotada. Equiparada ao chopp, a moçada se deixava transbordar e extravasar no Pinikão 5000: fiel escudeiro que às noites trazia euforia e, às manhãs, alegria.

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Carnaval no Petropolitano: onde preto e branco nunca saem de moda

Disputado, o atravessar dos portões era, por si só, linha de chegada. Visado, o clube era, por sua vez, linha de partida para emoções e corações entusiasmados. A disputa entre o que mais brilhava punha em xeque os cintilantes adereços e os radiantes foliões. Sumptuosos, os bailes do Petropolitano davam início e fim ao Carnaval na cidade.

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Desafiando a natureza na Farmácia Souza

Misteriosas, místicas e, até certo ponto, mágicas, as fórmulas receitadas eram tidas como dádivas. Frutos do saber, as composições eram extensões de uma mente que atuava, ora na manipulação de substâncias, ora na manutenção da vida. Resultado de uma jornada, a Farmácia Souza provava que a essência do viver está em se fazer significar.

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Sapataria Moderna: onde clássico e moderno andavam lado a lado

As ambições eram mutáveis, mas unidas por um respeito inabalável pelo fabricar e consertar de calçados. Inerente à família Borzino, o amor pela profissão era certo de perdurar. Dentro da Sapataria Moderna, a dedicação de uma vida era a prova de que bom atendimento e qualidade nunca saem de linha.

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Panificação Elite e o pãozinho de cada dia

Crocante, cativante e estimulante, a massa não pesava o bolso e, muito menos, o dia. Na verdade, era sua leveza que o movimentava e o balanceava. No raiar do dia ou no cair da noite, era a Panificação Elite a responsável pelo abrir e fechar dos olhos de quem, movido pelo pãozinho, à casa retornava a cada nova jornada.

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Cavalgando pela mudança na Luzitânia

Rastros do tempo tracejam o revestimento de fibra. Curtido e entrelaçado, é um emaranhado de maleabilidade e maciez. Manuseado e comercializado na Luzitânia, o couro estava equiparado às mãos que o percorriam. Calejadas e trilhadas, escondiam um brando enredo em que, quanto mais se adentrava, mais afável se tornava.

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Cantina Umberto: amor e sabor entre camadas

Independente do ambiente, o papel da cantina era eminente. Na massa ou na parede, na cozinha ou fora dela, deixar sua marca era substancial. Decorrente de ingredientes calculados e precisos, a Cantina Umberto foi um marco: projetou perspectivas, possibilidades e promessas.

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