Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

A fotografia nos faz olhar para todos os nossos lados, inclusive o de dentro.                                                                                                            Lina Marano

Salão Paris: miragem ou realidade?

Os espelhos deixavam transparecer a certeza que o magnificente ambiente fazia inflar. Dentro do Salão Paris, os pontos do relógio moviam-se para trás e faziam dos visitantes, inquestionáveis viajantes. Porta para um novo mundo, o salão fazia propagar, com tanta naturalidade quanto o vapor que aquecia as toalhas, nostalgia por dias não vividos.

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Casas Pernambucanas: tecendo emoções

Na esquina da Barão de Teffé, os percursos se emaranhavam num labirinto. Em meio a cobertores, lãs e flanelas, eram os laços reforçados na compra que aqueciam os lares e ditavam as direções. Nas Casas Pernambucanas, o cliente saía pela porta com a certeza de que, numa rede de fios, era o encontro de caminhos que fortalecia a estrutura.

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Mauricio’s: lugar de bom papo e boa comida

Na comanda, a passagem de embarque para o porto-seguro dos clientes. No cardápio, o acolhimento como prato de maior saída. A placa dizia Bom Beure, mas o coração insistia em dizer o contrário. No Mauricio’s, a conta vinha acompanhada por gargalhadas e sob a garantia de que as interações nutridas pelo ambiente não tinham preço.

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Florilandia: paraíso petropolitano

Num horizonte de sonhos cultivados, as alamedas da Florilandia perdiam-se de vista. Paradisíaco, o local cativava e transformava quem por ele passeava. Na balança, a certeza de que o magnetismo das rosas excede todo e qualquer espinho.

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Óptica Haack: entre lentes e montanhas

O brilho do olhar. O flash do equipamento. Lados de uma mesma moeda, escondiam-se, por trás das lentes dos óculos e da câmera, os intérpretes do coração. Captadas pelos olhos e reveladas pela alma, as imagens que atravessavam as finas camadas de vidro faziam da Óptica Haack um espelho da vida.

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Petrópolis Tênis Clube: chão de estrelas

Num diálogo regido por raquetes, o verdadeiro vencedor era aquele que se igualava à leveza da pequena esfera de lã. Enquanto a busca pela precisão dos movimentos transmitia excelência, era no triunfo sobre si mesmo que o jogador se dava conta da lacuna que apenas o tênis seria capaz de preencher.

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Compondo laços de ouro na Ourivesaria Rittmeyer

Resistentes e movidos por seus elos, os fios de ouro tomavam forma na Ourivesaria Rittmeyer. Reflexo das uniões que eternizavam, os reluzentes componentes eram, até certo ponto, à prova de fogo. Símbolos da eternidade, as alianças carregavam, pelas mãos dos ourives, a paixão num ciclo sem princípio ou fim.

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Dando a volta ao mundo na Casa Copacabana

Os viajantes não saíam do chão, mas ainda assim davam uma volta ao mundo. Ora num bistrô francês, numa cantina italiana ou num café inglês, era com base nos cardápios da Casa Copacabana que a clientela definia seus destinos. Com o passaporte carimbado, o passageiro saía de lá convicto de que não demoraria a retornar.

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Casa Edsan: tesouro entre tecidos

O som emitido pelas máquinas de costura se confundia com o ruído da projeção de um filme antigo. Enquanto a linha ia e vinha, em sua mente era a película que se movia. Diante dos olhos do comerciante Eduardo dos Santos, flashes dos obstáculos enfrentados eram projetados como um lembrete de que, fruto de determinação, um império havia sido construído: a Casa Edsan.

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Chaillot: amor à primeira garfada

O resultado da equação estava vinculado à paixão incondicional pelo que estava prestes a ser criado, constante que excedia qualquer variável a que o negócio recém-fundado pudesse estar sujeito. Antes que se dessem conta, os proprietários viram as cadeiras do restaurante serem multiplicadas e o Chaillot transformado naquilo que mais reverberavam: fruto de experiências que amadurecem e manifestam sorrisos.

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