Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

A fotografia nos faz olhar para todos os nossos lados, inclusive o de dentro.                                                                                                            Lina Marano

Loja Dako: entre fogões e aviões

Nas nuvens ou na terra, transitar pela loja era como estar na primavera; sempre em tempo para se deixar encantar, renovar – os acervos – e relaxar os nervos. Muito além dos fogões, foram as miniaturas de aviões, vagões e carrões que fizeram da loja Dako aquela em que era possível voar sem tirar os pés do chão.

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Barquinho: a navegação que virou atração

Contra a correnteza, o navio se opunha ao fluxo da natureza. Supostamente ancorado, estrelava as aventuras de quem o contemplava. Modesto, era suficiente para a manifestação de candidatos à tripulação. Quem diria que, em pleno Rio Piabanha, a construção do Barquinho faria da navegação, verdadeira atração.

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Casa Xavier: pronta para o que der e vier

O amor pelas mercadorias era à vista, mas a compra… Ah, essa era parcelada. Longe de cilada, as prestações eram caminho para as aspirações. Desafiadoras e transformadoras, punham em xeque um leque de produtos que davam frutos. Adentrar a Casa Xavier era o mesmo que se preparar para o que desse – para custear – e o que viesse – de novidade.

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Fuka’s: atalho para a felicidade que deixou saudade

Clássico, o sorvete da casa resumia a experiência de quem queria sair do básico. Marcante, era prêmio digno de se preservar na estante. Eleita a sobremesa perfeita para encontros e reencontros, era ela quem estabelecia os parâmetros. Na lanchonete e restaurante Fuka’s, melhor do que sorvete, revigorante e refrescante, era só ver-te.

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Alvilar: onde o futuro se fez presente

Tal qual um disco gira em torno de um eixo, era com base na música que se circulava pela loja. Impressas, as ondas sonoras eram lidas, ouvidas e sentidas por quem, em ranhuras, fazia vibrar culturas e escrituras. Com mil e uma possibilidades, as novidades ecoavam e reafirmavam a Alvilar como aquela em que o futuro se fazia presente.

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Casa Roberto: lugar de portas abertas e descobertas

Na veia da família Eckhartt, um gosto pelo comércio que incendeia. A base do regador, o trabalho fazia acordar um amor. Quieto, mas indiscreto, transbordava e acalentava a alma. De utensílios domésticos a ferragens, a Casa Roberto providenciava as maçanetas responsáveis por abrir e manter portas abertas.

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Maloca: um show de restaurante

Inclinado, o telhado era representado pela aderência do cliente à experiência. Dignas de aclamações, as apresentações, dos pratos, passos e canções, desenvolviam, no rodízio, um influente presente. O espetáculo contratado poderia até ser musical, mas, no fim das contas, era a Maloca o grande show de restaurante.

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Tentando a sorte nas Loterias Joãosinho

A grafia da loteria já esclarecia: a zebra dava lugar à sorte. Numerosas, as combinações de opções eram minuciosas, ao mesmo tempo em que determinação e convicção entravam em ação. Com o S na posição do Z, as loterias Joãosinho atestavam que tentar a sorte nunca é demais.

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O coração em emoção na Papelaria Petrópolis

Sem indicação, a embalagem provocava reação. Listrado, o papel fazia ecoar um
coração em emoção. Verdes e brancas, as linhas do embrulho traduziam o orgulho de quem, com ele em mãos, fazia barulho. Causada pela Papelaria Petrópolis, a sensação provocada pela compra era revigorante e eletrizante.

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Café Rio Branco: hora de recarregar as energias

Irresistível e imprevisível, a ida ao Café Rio Branco era atraída pelo incomparável cafezinho. Sempre fresquinho e com gostinho de quero mais, refletia o teor dos assuntos que o acompanhavam: quentes e influentes. E foi assim que, duradouros, café e informação conquistaram, de grão em grão, a diversão e atenção do público.

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