Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

A fotografia nos faz olhar para todos os nossos lados, inclusive o de dentro.                                                                                                            Lina Marano

Panificação Elite e o pãozinho de cada dia

Crocante, cativante e estimulante, a massa não pesava o bolso e, muito menos, o dia. Na verdade, era sua leveza que o movimentava e o balanceava. No raiar do dia ou no cair da noite, era a Panificação Elite a responsável pelo abrir e fechar dos olhos de quem, movido pelo pãozinho, à casa retornava a cada nova jornada.

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Cavalgando pela mudança na Luzitânia

Rastros do tempo tracejam o revestimento de fibra. Curtido e entrelaçado, é um emaranhado de maleabilidade e maciez. Manuseado e comercializado na Luzitânia, o couro estava equiparado às mãos que o percorriam. Calejadas e trilhadas, escondiam um brando enredo em que, quanto mais se adentrava, mais afável se tornava.

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Cantina Umberto: amor e sabor entre camadas

Independente do ambiente, o papel da cantina era eminente. Na massa ou na parede, na cozinha ou fora dela, deixar sua marca era substancial. Decorrente de ingredientes calculados e precisos, a Cantina Umberto foi um marco: projetou perspectivas, possibilidades e promessas.

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Marcando o ponto na La Fornarina

Por prezar pelo primor, pode-se dizer que a La Fornarina era o “ponto”. Ao mesmo tempo em que foi ponto de reflexão e renovação dos clientes, a padaria conhecia o ponto da massa, sabia quando dar liga aos elos. E assim foi, até que se tornou ponto final e indicou o fim de um capítulo petropolitano que deixa saudades.

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Mick’s Burger: jogo de temperos e emoções

A estrutura era imóvel, mas, de alguma forma, transportava a juventude para novos cenários e hábitos. Ao estilo “diner”, com seus painéis em aço e letreiros em neon, o Mick’s Burger impressionava e agradava a garotada. Salgados ou açucarados, os lanches davam tempero a momentos saudosos que o coração hoje faz questão de despertar.

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Casa Reis: onde as frutas e amizades reinaram

Impregnado, o perfume exalado pelas frutas indicava o amadurecimento, ora das mercadorias, ora da freguesia que, nos expositores da Casa Reis, escolhia frutos revestidos por saudosas recordações. No lugar dos frascos, há muito consumidos, aromas cuja essência invade memórias e, na alma, escreve histórias.

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Cultivando boas companhias na Chapelaria e Cutelaria Esmeralda

Arquitetados de forma a sustentar um aramado de hastes, os guarda-chuvas partem de uma base sólida, capaz de torná-los resistentes ao tempo. E tal qual a estrutura, pode-se dizer que a Chapelaria e Cutelaria Esmeralda fez surgir galhos que crescem em direções diferentes, mas têm como mesmo alicerce um espanhol que criou raízes por onde passou.

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Nos embalos de domingo à noite no Serrano FC

Os pés enquanto compasso, o corpo enquanto amplificador dos sentimentos. Em sintonia com o ritmo, o coração ditava o movimento da alma nas pistas do Serrano Football Club. Fosse para impressionar, ou para se expressar, ao fim da música, não era como se moviam, e sim o que os movia que importava.

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Salão Paris: miragem ou realidade?

Os espelhos deixavam transparecer a certeza que o magnificente ambiente fazia inflar. Dentro do Salão Paris, os pontos do relógio moviam-se para trás e faziam dos visitantes, inquestionáveis viajantes. Porta para um novo mundo, o salão fazia propagar, com tanta naturalidade quanto o vapor que aquecia as toalhas, nostalgia por dias não vividos.

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Casas Pernambucanas: tecendo emoções

Na esquina da Barão de Teffé, os percursos se emaranhavam num labirinto. Em meio a cobertores, lãs e flanelas, eram os laços reforçados na compra que aqueciam os lares e ditavam as direções. Nas Casas Pernambucanas, o cliente saía pela porta com a certeza de que, numa rede de fios, era o encontro de caminhos que fortalecia a estrutura.

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