Rua do Imperador

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Casas da Banha: de onde vinha a alegria

Foi nos anos 90 que a gordura animal deixou as prateleiras e as Casas da Banha, por sua vez, saíram do mercado. De repente, a crença era a de que o produto poderia ser prejudicial à saúde cardiovascular. Hoje reincorporado à rotina, ao menos entre a família “CB” nunca houve dúvida: se o elemento atuou sob o coração foi para fortalecê-lo.

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Lanchonete Freddy: sucesso de audiência

A juventude petropolitana não vivia na Idade da Pedra, mas ainda assim foi capaz de identificar semelhanças entre a cidade fictícia de Bedrock e Petrópolis. Se na primeira havia Fred, dos Flintstones; na segunda pairava a expectativa de que uma lanchonete chamada Flins abrisse. Na mesma calçada existiriam, então, Freddy, Flins e Toni’s.

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Supermercado Merci: o melhor preço da praça

Ainda que sob construções gramaticais diferentes, a gratidão se mostrou amplamente compreendida na então Avenida XV de Novembro, 91. Frente a preços de se tirar o chapéu – como ilustrava a logomarca da empresa – o cliente, à francesa, encontrava no Merci motivos não para se despedir, mas para mais uma vez até ele ir.

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Restaurante Falconi: (re)querido pelo público

A decisão já estava feita e a atração mais que definida. Se necessário, até a rota o viajante mudava para não deixar o restaurante de fora do itinerário. Infalível, a interativa visita ao Falconi remontava à regra de ouro do comércio tradicional: a de que a cordialidade pauta a qualidade.

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Mayfair: histórias confiadas aos cabides

Construídas sob tramas, as peças da Mayfair eram dignas de quem suas linhas interpretasse. À espera de quem por elas se interessasse, tinham suas histórias confiadas aos cabides. E, na mesma facilidade com que cruzavam mares até chegarem às estantes, em instantes conquistavam o cliente, que as mercadorias lia e percorria.

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Cantina Bom Giovanni: entre pinturas e travessuras

Munido de tratamento e acolhimento diferenciados, o ambiente proporcionava ao cliente as vantagens de um camarote. Garantia de prisma privilegiado dos carnavais e desfiles da Avenida, era a Cantina Bom Giovanni a também responsável por colocar o cliente frente a frente com a arte, fosse a partir das pinturas ou das travessuras que abrigava.

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Casa Olga: aquela que foi coroada lar das meias

Admirador da arte, não demorou a também dela se tornar criador. E, sabendo que por trás de toda peça existe uma história a ser contada, caprichou na trama. Coroou as Casas Olga como o lar das meias, fez dos fios condutores de desenhos e ressignificou o acessório como aquele que veste, mas não cobre: (re)descobre.

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Casa Schanuel: onde o pedalar fez lugar

Destemido e decidido, não demorou a perceber que, em cima da bicicleta, para estar em constante movimento é preciso manter o equilíbrio. No começo sem saber onde frear ou quando acelerar, se lançou à ciclovia. Aos 20 anos assumiu a Casa Schanuel e, no próprio ritmo, entendeu que pedalar não é apostar corrida.

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Relojoaria Brilhante e a joia do tempo

Sem atrasar ou adiantar o relógio, a casa, simplesmente, regulava os ponteiros e indicava a hora de fazer da existência, experiência. Preciso, o serviço tornava o retorno do cliente decisivo. Tradicional e digital, era no dar corda ou no trocar de pilha que estava a manutenção da maior joia que a Relojoaria Brilhante poderia abrigar e fazer funcionar: o tempo.

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Mona Modas: sinal de charme e formosura

Ainda que julgados como lados opostos, a oferta da loja se revelava ímã de jovens e senhoras que, atraídas pela figura simpática e empática da dona Mona, despertavam magnetismo. E se para criar energia, precisa haver sinergia, é seguro dizer que foi com e pela freguesia que a Mona Modas escreveu poesia.

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