Comércio

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Frutolândia: no radar do público

O carro não era “forte”, mas ainda assim transportava mercadorias de altíssimo valor. Longe de ser blindado ou ultra protegido, dava seu jeito de chamar tanta atenção quanto os referidos furgões. Marca registrada da Frutolândia, o caminhão de frutas da loja estava sempre no radar do público: ávido por levar consigo parte daquele patrimônio.

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Exodus: rito de passagem e satisfação

Especializada na venda de presentes, nem mesmo o encerramento das atividades da loja foi capaz de fazer com que ela abandonasse sua essência: a de fazer e ser lembrada. Após 43 anos ininterruptos de serviços prestados à cidade, a Exodus se mostrou, de fato, rito de passagem, movimento e, sobretudo, satisfação.

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Lanchonete Freddy: sucesso de audiência

A juventude petropolitana não vivia na Idade da Pedra, mas ainda assim foi capaz de identificar semelhanças entre a cidade fictícia de Bedrock e Petrópolis. Se na primeira havia Fred, dos Flintstones; na segunda pairava a expectativa de que uma lanchonete chamada Flins abrisse. Na mesma calçada existiriam, então, Freddy, Flins e Toni’s.

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Casa Matriz: abrangente na fachada e na memória

Detentora de uma ampla fachada, foi a Casa Matriz também abrangente no quesito memória. Merecedora do título pelo qual foi nomeada se tornou, acima de tudo, lembrada por seu caráter manancial; próprio da loja que representou a origem de laços empregatícios, familiares e, principalmente, afetivos.

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Penafiel: prato cheio para a fome e a alma

Cozido, feijoada, dobradinha, leitão assado, coelho ensopado. Parâmetro máximo de qualidade nos chamados ‘pratos pesados’, era o Penafiel, contudo, prato cheio para quem – apostando na fome como melhor tempero – almejava a leveza da alma. Afinal, até mais do que as lendárias receitas, foi o restaurante peça fundamental na construção de caráter.

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Armazém Pompim: o rei dos ovos

Mal capaz de assinar o próprio nome, o senhor Antônio Kneipp Filho foi contra as probabilidades. Se dedicou ao estudo da tabuada para bem administrar o armazém Pompim, no Alto da Serra, e, a exemplo do que acontecia com os ovos que vendia, entendeu que é quando a força é projetada de dentro para fora que a vida começa.

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Mayfair: histórias confiadas aos cabides

Construídas sob tramas, as peças da Mayfair eram dignas de quem suas linhas interpretasse. À espera de quem por elas se interessasse, tinham suas histórias confiadas aos cabides. E, na mesma facilidade com que cruzavam mares até chegarem às estantes, em instantes conquistavam o cliente, que as mercadorias lia e percorria.

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Casa Aloysio e a magia de seus distintos tecidos  

Com exceção dos tecidos, que facilmente poderiam virar capa, o senhor Carlos Luiz Pereira não usava cartola e nem dela tirava um coelho, mas ainda assim era tido como mágico. Longe, porém, de ser descrito como ilusionista, enfeitiçava o público pela realização do que, até então, era tido apenas como ficção.

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Cantina Bom Giovanni: entre pinturas e travessuras

Munido de tratamento e acolhimento diferenciados, o ambiente proporcionava ao cliente as vantagens de um camarote. Garantia de prisma privilegiado dos carnavais e desfiles da Avenida, era a Cantina Bom Giovanni a também responsável por colocar o cliente frente a frente com a arte, fosse a partir das pinturas ou das travessuras que abrigava.

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Casa Olga: aquela que foi coroada lar das meias

Admirador da arte, não demorou a também dela se tornar criador. E, sabendo que por trás de toda peça existe uma história a ser contada, caprichou na trama. Coroou as Casas Olga como o lar das meias, fez dos fios condutores de desenhos e ressignificou o acessório como aquele que veste, mas não cobre: (re)descobre.

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