Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

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Casa Aloysio e a magia de seus distintos tecidos  

Com exceção dos tecidos, que facilmente poderiam virar capa, o senhor Carlos Luiz Pereira não usava cartola e nem dela tirava um coelho, mas ainda assim era tido como mágico. Longe, porém, de ser descrito como ilusionista, enfeitiçava o público pela realização do que, até então, era tido apenas como ficção.

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Cantina Bom Giovanni: entre pinturas e travessuras

Munido de tratamento e acolhimento diferenciados, o ambiente proporcionava ao cliente as vantagens de um camarote. Garantia de prisma privilegiado dos carnavais e desfiles da Avenida, era a Cantina Bom Giovanni a também responsável por colocar o cliente frente a frente com a arte, fosse a partir das pinturas ou das travessuras que abrigava.

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Casa Olga: aquela que foi coroada lar das meias

Admirador da arte, não demorou a também dela se tornar criador. E, sabendo que por trás de toda peça existe uma história a ser contada, caprichou na trama. Coroou as Casas Olga como o lar das meias, fez dos fios condutores de desenhos e ressignificou o acessório como aquele que veste, mas não cobre: (re)descobre.

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Casa Schanuel: onde o pedalar fez lugar

Destemido e decidido, não demorou a perceber que, em cima da bicicleta, para estar em constante movimento é preciso manter o equilíbrio. No começo sem saber onde frear ou quando acelerar, se lançou à ciclovia. Aos 20 anos assumiu a Casa Schanuel e, no próprio ritmo, entendeu que pedalar não é apostar corrida.

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Mona Modas: sinal de charme e formosura

Ainda que julgados como lados opostos, a oferta da loja se revelava ímã de jovens e senhoras que, atraídas pela figura simpática e empática da dona Mona, despertavam magnetismo. E se para criar energia, precisa haver sinergia, é seguro dizer que foi com e pela freguesia que a Mona Modas escreveu poesia.

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Mafagafos: ninho de quem para lá voou e pousou

Longe de ser gaiola, de raminho em raminho o coração fazia ninho onde, sem exceções, se estreitavam as relações. Em família e inconscientes das proporções que o negócio tomaria, neste ninho de mafagafos, quatro mafagafinhos consolidaram um espaço que cativava e fazia com que, mesmo quem pudesse voar, escolhesse pousar e ali ficar. 

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Supermercado ENSA: onde carrinhos indicavam os caminhos

Entre corredores e setores, empurrar o carrinho era o primeiro passo para se explorar o próprio caminho. Feita a projeção do destino, ficava a cargo de quem estivesse na direção, regular a velocidade e a impulsividade ao volante. Afinal, individuais e imateriais, os êxitos no Entreposto Nacional S.A, o ENSA, se mostraram graduais e extracontratuais.

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Loja Dako: entre fogões e aviões

Nas nuvens ou na terra, transitar pela loja era como estar na primavera; sempre em tempo para se deixar encantar, renovar – os acervos – e relaxar os nervos. Muito além dos fogões, foram as miniaturas de aviões, vagões e carrões que fizeram da loja Dako aquela em que era possível voar sem tirar os pés do chão.

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Fuka’s: atalho para a felicidade que deixou saudade

Clássico, o sorvete da casa resumia a experiência de quem queria sair do básico. Marcante, era prêmio digno de se preservar na estante. Eleita a sobremesa perfeita para encontros e reencontros, era ela quem estabelecia os parâmetros. Na lanchonete e restaurante Fuka’s, melhor do que sorvete, revigorante e refrescante, era só ver-te.

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Sapataria Moderna: onde clássico e moderno andavam lado a lado

As ambições eram mutáveis, mas unidas por um respeito inabalável pelo fabricar e consertar de calçados. Inerente à família Borzino, o amor pela profissão era certo de perdurar. Dentro da Sapataria Moderna, a dedicação de uma vida era a prova de que bom atendimento e qualidade nunca saem de linha.

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