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Esse vídeo antigo vai te levar de volta ao Centro de Petrópolis dos anos 50

Para garantir aquela boa dose de nostalgia!

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Se você, assim como eu, sonha em voltar ao passado de Petrópolis nem que por alguns minutos, essas imagens serão seu passe para uma viagem no tempo! A partir delas é possível notar algumas mudanças na disposição da atual Rua do Imperador, como o retorno que havia bem em frente à galeria do Quartier – naquela época ocupada pela loja Musical.

Um outro aspecto que chama bastante atenção é a amplitude das ruas e o fato de que, no passado, era possível estacionar os carros na beira do rio. Assim, frequentava-se o comércio com os veículos parados a pouquíssimos metros de distância dos estabelecimentos. Além disso, quem mais se espantou com o movimento daquela época? Calçadas lotadas!

Sobre o Acervo Cinematográfico César Nunes

Sediado em Petrópolis, o Acervo Cinematográfico César Nunes é o único do interior do Estado do Rio de Janeiro, com mais de 1.800 filmes que compreendem o período de 1940 a 1985. E apesar de sua importância cultural e histórica na cidade e fora dela, o acervo tem sofrido com a falta de estrutura e de suporte financeiro, colocando em risco fragmentos da memória local, regional e, às vezes, até nacional.

Acesse www.acervocesarnunes.com.br para fazer sua doação (a partir de R$ 7) e ajudar Márcio Nunes, neto do pioneiro da cinematografia, a promover o armazenamento devido e a digitalização dos filmes.

Carolina Freitas

Jornalista e escritora, Carolina Freitas se dedica ao resgate e à valorização da memória petropolitana a partir da produção de reportagens e curtas-metragens sobre a história, o comércio, e a vida da cidade.

3 Comments

  1. Nasci algum tempo depois dessas imagens mas a frota de Petrópolis, mesmo nos anos 60, estava infestada desses carros de décadas anteriores, o que o pessoal, na época, chamava de “banheiras”. Acho bom assinalar também a quantidade enorme de árvores. Minha mãe reparou que, a partir de certa época, já no século 21, não se ouvia mais a passarada que todo o final de tarde fazia uma sinfonia na beira do rio.
    A prática de estacionar na beira do Rio teve inclusive um período oficializado: Petrópolis teve parquímetros (sim!) que eram administrados por uma empresa chamada Coderte, onde cheguei a trabalhar por um brevíssimo tempo. Era uma espécie de “zona azul” e nós ficávamos ali anotando quem chegava, cobrando e marcando os carros que ultrapassavam o tempo. Depois se fez o que é sempre mais correto: tirar – ou pelo menos limitar – a presença dos carros.

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