Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

Autor: Carolina Freitas (Page 1 of 9)

Era uma vez, no Palácio das Noivas

Bastava atravessar a porta de entrada da loja que os clarins começavam a tocar e as noivas já se imaginavam no altar. Rodeadas por madrinhas cujo coração era o maior instrumento de magia, no conto de fadas do Palácio das Noivas a carruagem não virava abóbora e o relógio, em vez de encerrar, o ápice da história fazia engrenar.

Ler mais

Casa Aloysio e a magia de seus distintos tecidos  

Com exceção dos tecidos, que facilmente poderiam virar capa, o senhor Carlos Luiz Pereira não usava cartola e nem dela tirava um coelho, mas ainda assim era tido como mágico. Longe, porém, de ser descrito como ilusionista, enfeitiçava o público pela realização do que, até então, era tido apenas como ficção.

Ler mais

Cantina Bom Giovanni: entre pinturas e travessuras

Munido de tratamento e acolhimento diferenciados, o ambiente proporcionava ao cliente as vantagens de um camarote. Garantia de prisma privilegiado dos carnavais e desfiles da Avenida, era a Cantina Bom Giovanni a também responsável por colocar o cliente frente a frente com a arte, fosse a partir das pinturas ou das travessuras que abrigava.

Ler mais

Casa Olga: aquela que foi coroada lar das meias

Admirador da arte, não demorou a também dela se tornar criador. E, sabendo que por trás de toda peça existe uma história a ser contada, caprichou na trama. Coroou as Casas Olga como o lar das meias, fez dos fios condutores de desenhos e ressignificou o acessório como aquele que veste, mas não cobre: (re)descobre.

Ler mais

Casa Schanuel: onde o pedalar fez lugar

Destemido e decidido, não demorou a perceber que, em cima da bicicleta, para estar em constante movimento é preciso manter o equilíbrio. No começo sem saber onde frear ou quando acelerar, se lançou à ciclovia. Aos 20 anos assumiu a Casa Schanuel e, no próprio ritmo, entendeu que pedalar não é apostar corrida.

Ler mais

Café Gerhardt: autêntico na cor e no sabor

A linha ferroviária fazia caminho por trás do sobrado, então bastava o trem se aproximar para o baile das xícaras começar. Movendo-se de um lado para o outro, era naquele momento que o recipiente era segurado como se fosse presente. Embaixador do bom sabor, o Café Gerhardt fazia a vizinhança vibrar tanto quanto a locomotiva.

Ler mais

Relojoaria Brilhante e a joia do tempo

Sem atrasar ou adiantar o relógio, a casa, simplesmente, regulava os ponteiros e indicava a hora de fazer da existência, experiência. Preciso, o serviço tornava o retorno do cliente decisivo. Tradicional e digital, era no dar corda ou no trocar de pilha que estava a manutenção da maior joia que a Relojoaria Brilhante poderia abrigar e fazer funcionar: o tempo.

Ler mais

Altair: aquele que de mansinho chegou e revolucionou

Quem arrisca não petisca, e era esse o primeiro passo para explorar o restaurante: pegar a estrada para Itaipava. Seguindo à risca o manual – figurado pelas porções de cascudo e pelas emoções do forró – de mansinho o cliente ia chegando e, recebido com carinho, devagarinho fazia do Altair ambiente para descontrair.

Ler mais

Mona Modas: sinal de charme e formosura

Ainda que julgados como lados opostos, a oferta da loja se revelava ímã de jovens e senhoras que, atraídas pela figura simpática e empática da dona Mona, despertavam magnetismo. E se para criar energia, precisa haver sinergia, é seguro dizer que foi com e pela freguesia que a Mona Modas escreveu poesia.

Ler mais

Restaurante Paulista: onde o horário era pautado pelo cardápio

Pautado pelo cardápio, era pelo Restaurante Paulista que se regulava o horário. E se às 10 saía a aclamada empadinha, era sinal de que estava na hora de dar aquela saidinha. Na fila, fregueses ávidos por cheiros e temperos caseiros. Extenso e diversificado, era o menu o também responsável por nortear o freguês de volta às raízes.

Ler mais

Page 1 of 9

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén