Bastava atravessar a porta de entrada da loja que os clarins começavam a tocar e as noivas já se imaginavam no altar. Rodeadas por madrinhas cujo coração era o maior instrumento de magia, no conto de fadas do Palácio das Noivas a carruagem não virava abóbora e o relógio, em vez de encerrar, o ápice da história fazia engrenar.

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