Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

Categoria: História (Page 1 of 7)

Produtos Alimentícios James: porções que ecoaram emoções

Os ponteiros do relógio avançaram, as portas da fábrica se fecharam e as mais belas recordações reverberaram. Carismático e emblemático, pode-se dizer que o negócio perpetuou os produtos James como sinônimo da época em que o comércio petropolitano, de tanto que escoava, ambicionava e emocionava.

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Banca do senhor Caruso: em vantagem com a melhor bagagem

Se com movimento a todo momento as estações eram sinônimo de novas sensações, pode-se dizer que, em Petrópolis, o astral do passageiro era ditado por uma banca de jornal. Afinal, aconselhado e encorajado pelo senhor Fedele Caruso, o viajante decidia e definia as linguagens e mensagens que carregaria na bagagem.

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Mafagafos: ninho de quem para lá voou e pousou

Longe de ser gaiola, de raminho em raminho o coração fazia ninho onde, sem exceções, se estreitavam as relações. Em família e inconscientes das proporções que o negócio tomaria, neste ninho de mafagafos, quatro mafagafinhos consolidaram um espaço que cativava e fazia com que, mesmo quem pudesse voar, escolhesse pousar e ali ficar. 

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City Foto: movimentos e sentimentos em foco 

A princípio um disfarce, nos movimentos e sentimentos do artista, os traços viravam realce. Longe de acobertar defeitos, os retoques levavam novos enfoques à arte inacabada. Preservados e eternizados, os momentos no City Foto tinham na figura do senhor Clodomir o responsável por fazer valer o frescor do amor.

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Supermercado ENSA: onde carrinhos indicavam os caminhos

Entre corredores e setores, empurrar o carrinho era o primeiro passo para se explorar o próprio caminho. Feita a projeção do destino, ficava a cargo de quem estivesse na direção, regular a velocidade e a impulsividade ao volante. Afinal, individuais e imateriais, os êxitos no Entreposto Nacional S.A, o ENSA, se mostraram graduais e extracontratuais.

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Loja Dako: entre fogões e aviões

Nas nuvens ou na terra, transitar pela loja era como estar na primavera; sempre em tempo para se deixar encantar, renovar – os acervos – e relaxar os nervos. Muito além dos fogões, foram as miniaturas de aviões, vagões e carrões que fizeram da loja Dako aquela em que era possível voar sem tirar os pés do chão.

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Barquinho: a navegação que virou atração

Contra a correnteza, o navio se opunha ao fluxo da natureza. Supostamente ancorado, estrelava as aventuras de quem o contemplava. Modesto, era suficiente para a manifestação de candidatos à tripulação. Quem diria que, em pleno Rio Piabanha, a construção do Barquinho faria da navegação, verdadeira atração.

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Casa Xavier: pronta para o que der e vier

O amor pelas mercadorias era à vista, mas a compra… Ah, essa era parcelada. Longe de cilada, as prestações eram caminho para as aspirações. Desafiadoras e transformadoras, punham em xeque um leque de produtos que davam frutos. Adentrar a Casa Xavier era o mesmo que se preparar para o que desse – para custear – e o que viesse – de novidade.

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Fuka’s: atalho para a felicidade que deixou saudade

Clássico, o sorvete da casa resumia a experiência de quem queria sair do básico. Marcante, era prêmio digno de se preservar na estante. Eleita a sobremesa perfeita para encontros e reencontros, era ela quem estabelecia os parâmetros. Na lanchonete e restaurante Fuka’s, melhor do que sorvete, revigorante e refrescante, era só ver-te.

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Alvilar: onde o futuro se fez presente

Tal qual um disco gira em torno de um eixo, era com base na música que se circulava pela loja. Impressas, as ondas sonoras eram lidas, ouvidas e sentidas por quem, em ranhuras, fazia vibrar culturas e escrituras. Com mil e uma possibilidades, as novidades ecoavam e reafirmavam a Alvilar como aquela em que o futuro se fazia presente.

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