Carolina Freitas

Posso não ser atriz, mas graças ao jornalismo me vejo, semanalmente, enquanto intérprete de belas narrativas a mim confiadas. Com um quê de contadora de histórias, pouco a pouco junto peças na esperança de, um dia, finalizar o quebra-cabeças que é o passado de Petrópolis. 

Jornalista que, ao que tudo indica, nasceu na década errada. Fascinada pelo passado e por todas as histórias que ele carrega. Vencedora do prêmio Alcindo Roberto Gomes de Jornalismo, da Academia Petropolitana de Letras, de 2018.