Contrastante à região de transição em que se estabeleceu, o armazém do ‘seu’ Pedrinho, na Olavo Bilac, foi permanente. Fundado em família e sustentado também por elas, se tornou, ainda em 1945, o mercado do bairro e a certeza de encontrar, porta adentro, vínculos entre quem soube servir e construir a própria história.

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