Comércio

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Lanchonete Freddy: sucesso de audiência

A juventude petropolitana não vivia na Idade da Pedra, mas ainda assim foi capaz de identificar semelhanças entre a cidade fictícia de Bedrock e Petrópolis. Se na primeira havia Fred, dos Flintstones; na segunda pairava a expectativa de que uma lanchonete chamada Flins abrisse. Na mesma calçada existiriam, então, Freddy, Flins e Toni’s.

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Casa Matriz: abrangente na fachada e na memória

Detentora de uma ampla fachada, foi a Casa Matriz também abrangente no quesito memória. Merecedora do título pelo qual foi nomeada se tornou, acima de tudo, lembrada por seu caráter manancial; próprio da loja que representou a origem de laços empregatícios, familiares e, principalmente, afetivos.

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Penafiel: prato cheio para a fome e a alma

Cozido, feijoada, dobradinha, leitão assado, coelho ensopado. Parâmetro máximo de qualidade nos chamados ‘pratos pesados’, era o Penafiel, contudo, prato cheio para quem – apostando na fome como melhor tempero – almejava a leveza da alma. Afinal, até mais do que as lendárias receitas, foi o restaurante peça fundamental na construção de caráter.

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Armazém Pompim: o rei dos ovos

Mal capaz de assinar o próprio nome, o senhor Antônio Kneipp Filho foi contra as probabilidades. Se dedicou ao estudo da tabuada para bem administrar o armazém Pompim, no Alto da Serra, e, a exemplo do que acontecia com os ovos que vendia, entendeu que é quando a força é projetada de dentro para fora que a vida começa.

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Mayfair: histórias confiadas aos cabides

Construídas sob tramas, as peças da Mayfair eram dignas de quem suas linhas interpretasse. À espera de quem por elas se interessasse, tinham suas histórias confiadas aos cabides. E, na mesma facilidade com que cruzavam mares até chegarem às estantes, em instantes conquistavam o cliente, que as mercadorias lia e percorria.

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Casa Aloysio e a magia de seus distintos tecidos  

Com exceção dos tecidos, que facilmente poderiam virar capa, o senhor Carlos Luiz Pereira não usava cartola e nem dela tirava um coelho, mas ainda assim era tido como mágico. Longe, porém, de ser descrito como ilusionista, enfeitiçava o público pela realização do que, até então, era tido apenas como ficção.

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Cantina Bom Giovanni: entre pinturas e travessuras

Munido de tratamento e acolhimento diferenciados, o ambiente proporcionava ao cliente as vantagens de um camarote. Garantia de prisma privilegiado dos carnavais e desfiles da Avenida, era a Cantina Bom Giovanni a também responsável por colocar o cliente frente a frente com a arte, fosse a partir das pinturas ou das travessuras que abrigava.

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Casa Olga: aquela que foi coroada lar das meias

Admirador da arte, não demorou a também dela se tornar criador. E, sabendo que por trás de toda peça existe uma história a ser contada, caprichou na trama. Coroou as Casas Olga como o lar das meias, fez dos fios condutores de desenhos e ressignificou o acessório como aquele que veste, mas não cobre: (re)descobre.

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Casa Schanuel: onde o pedalar fez lugar

Destemido e decidido, não demorou a perceber que, em cima da bicicleta, para estar em constante movimento é preciso manter o equilíbrio. No começo sem saber onde frear ou quando acelerar, se lançou à ciclovia. Aos 20 anos assumiu a Casa Schanuel e, no próprio ritmo, entendeu que pedalar não é apostar corrida.

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Mona Modas: sinal de charme e formosura

Ainda que julgados como lados opostos, a oferta da loja se revelava ímã de jovens e senhoras que, atraídas pela figura simpática e empática da dona Mona, despertavam magnetismo. E se para criar energia, precisa haver sinergia, é seguro dizer que foi com e pela freguesia que a Mona Modas escreveu poesia.

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