Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

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Mafagafos: ninho de quem para lá voou e pousou

Longe de ser gaiola, de raminho em raminho o coração fazia ninho onde, sem exceções, se estreitavam as relações. Em família e inconscientes das proporções que o negócio tomaria, neste ninho de mafagafos, quatro mafagafinhos consolidaram um espaço que cativava e fazia com que, mesmo quem pudesse voar, escolhesse pousar e ali ficar. 

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Supermercado ENSA: onde carrinhos indicavam os caminhos

Entre corredores e setores, empurrar o carrinho era o primeiro passo para se explorar o próprio caminho. Feita a projeção do destino, ficava a cargo de quem estivesse na direção, regular a velocidade e a impulsividade ao volante. Afinal, individuais e imateriais, os êxitos no Entreposto Nacional S.A, o ENSA, se mostraram graduais e extracontratuais.

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Loja Dako: entre fogões e aviões

Nas nuvens ou na terra, transitar pela loja era como estar na primavera; sempre em tempo para se deixar encantar, renovar – os acervos – e relaxar os nervos. Muito além dos fogões, foram as miniaturas de aviões, vagões e carrões que fizeram da loja Dako aquela em que era possível voar sem tirar os pés do chão.

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Fuka’s: atalho para a felicidade que deixou saudade

Clássico, o sorvete da casa resumia a experiência de quem queria sair do básico. Marcante, era prêmio digno de se preservar na estante. Eleita a sobremesa perfeita para encontros e reencontros, era ela quem estabelecia os parâmetros. Na lanchonete e restaurante Fuka’s, melhor do que sorvete, revigorante e refrescante, era só ver-te.

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Sapataria Moderna: onde clássico e moderno andavam lado a lado

As ambições eram mutáveis, mas unidas por um respeito inabalável pelo fabricar e consertar de calçados. Inerente à família Borzino, o amor pela profissão era certo de perdurar. Dentro da Sapataria Moderna, a dedicação de uma vida era a prova de que bom atendimento e qualidade nunca saem de linha.

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Panificação Elite e o pãozinho de cada dia

Crocante, cativante e estimulante, a massa não pesava o bolso e, muito menos, o dia. Na verdade, era sua leveza que o movimentava e o balanceava. No raiar do dia ou no cair da noite, era a Panificação Elite a responsável pelo abrir e fechar dos olhos de quem, movido pelo pãozinho, à casa retornava a cada nova jornada.

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Cavalgando pela mudança na Luzitânia

Rastros do tempo tracejam o revestimento de fibra. Curtido e entrelaçado, é um emaranhado de maleabilidade e maciez. Manuseado e comercializado na Luzitânia, o couro estava equiparado às mãos que o percorriam. Calejadas e trilhadas, escondiam um brando enredo em que, quanto mais se adentrava, mais afável se tornava.

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Casa Reis: onde as frutas e amizades reinaram

Impregnado, o perfume exalado pelas frutas indicava o amadurecimento, ora das mercadorias, ora da freguesia que, nos expositores da Casa Reis, escolhia frutos revestidos por saudosas recordações. No lugar dos frascos, há muito consumidos, aromas cuja essência invade memórias e, na alma, escreve histórias.

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Salão Paris: miragem ou realidade?

Os espelhos deixavam transparecer a certeza que o magnificente ambiente fazia inflar. Dentro do Salão Paris, os pontos do relógio moviam-se para trás e faziam dos visitantes, inquestionáveis viajantes. Porta para um novo mundo, o salão fazia propagar, com tanta naturalidade quanto o vapor que aquecia as toalhas, nostalgia por dias não vividos.

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Casas Pernambucanas: tecendo emoções

Na esquina da Barão de Teffé, os percursos se emaranhavam num labirinto. Em meio a cobertores, lãs e flanelas, eram os laços reforçados na compra que aqueciam os lares e ditavam as direções. Nas Casas Pernambucanas, o cliente saía pela porta com a certeza de que, numa rede de fios, era o encontro de caminhos que fortalecia a estrutura.

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