Comércio Antigo


Henry Kappaun via @fuiprarua

Categoria: Comércio Antigo (Página 2 de 12)

Braseiro e a chama que não se deixou apagar

Principal instrumento no preparo dos medalhões da casa, era o Braseiro responsável por derreter o queijo, quebrar o gelo e temperar a noitada da freguesia, que até o dia viu raiar por lá. Movimentado, o ambiente se firmou como aquele em que a noite não terminou e cuja chama nunca cessou.

Leia Mais →

Leiteria Central e o legado perpetuado por dona Mazza

Tempo e sorvete escorrem pelas mãos. Com densidades diferentes, alguns fatores levam a crer, contudo, que, tanto num caso, quanto no outro, é a naturalidade com que o processo é conduzido que determina sua consistência. Suaves, sem perder a solidez, eram tempo e sorvete dentro da Leiteria Central.

Leia Mais →

Lanchonete Freddy: sucesso de audiência

A juventude petropolitana não vivia na Idade da Pedra, mas ainda assim foi capaz de identificar semelhanças entre a cidade fictícia de Bedrock e Petrópolis. Se na primeira havia Fred, dos Flintstones; na segunda pairava a expectativa de que uma lanchonete chamada Flins abrisse. Na mesma calçada existiriam, então, Freddy, Flins e Toni’s.

Leia Mais →

Ultralar e o casamento de ideias

Usado na definição daquilo que vai além, foi no emprego do prefixo ultra que, mais do que um complexo de lojas, a Ultralar se tornou uma rede de histórias. São relatos com diferentes épocas de pano de fundo, mas que, sobretudo, se completam e reafirmam a ideia de que, mais do que gás, o grupo Ultra forneceu energia às vidas dos clientes.

Leia Mais →

Casa Matriz: abrangente na fachada e na memória

Detentora de uma ampla fachada, foi a Casa Matriz também abrangente no quesito memória. Merecedora do título pelo qual foi nomeada se tornou, acima de tudo, lembrada por seu caráter manancial; próprio da loja que representou a origem de laços empregatícios, familiares e, principalmente, afetivos.

Leia Mais →

Simone Modas: habitada e simbolizada pela vida

Foi na figura de uma criança que surgiu a inspiração da família Rabello para dar nome à loja. Tão pequena, mas tão habitada por vida, coube à menina de dois anos simbolizar a infinidade de caminhos que poderiam ser seguidos a partir da abertura do negócio que, a exemplo de Simone, já trilhava seu rumo, por mais novo que fosse.

Leia Mais →

Penafiel: prato cheio para a fome e a alma

Cozido, feijoada, dobradinha, leitão assado, coelho ensopado. Parâmetro máximo de qualidade nos chamados ‘pratos pesados’, era o Penafiel, contudo, prato cheio para quem – apostando na fome como melhor tempero – almejava a leveza da alma. Afinal, até mais do que as lendárias receitas, foi o restaurante peça fundamental na construção de caráter.

Leia Mais →

Stop Light: a loja de parar o trânsito

Ainda que aconselhados a parar, os clientes da Stop Light desconsideravam o alerta e avançavam. Guiados pelos letreiros que ditavam o percurso, livravam-se dos obstáculos que pudessem prejudicar o fluxo; recorriam ao crediário e às remarcações; abriam caminho para a marca que, ‘bem transada’, foi registrada no vestuário e no pensamento.

Leia Mais →

Ao Regador e o dom de disseminar a vida

Ao dominar a arte da funilaria, mal sabiam os Pfeiffer que, até mais do que o negócio que haviam criado, ‘ao regador’ denominaria a forma com que a família irrigava os canteiros pelos quais passava. Nas ferragens ou em qualquer que fosse o terreno, era deles o dom de fazê-lo propício para o desenvolvimento da vida.

Leia Mais →

Casa Ribeiro e o valor da tradição

Especializada na venda de artigos masculinos, foi a Casa Ribeiro representante exclusiva dos estimados chapéus Ramenzoni na cidade de Petrópolis. Sucesso de vendas, foi na contratação do senhor Adélcio, contudo, que a família Bellino obteve sua mais valiosa e duradoura aquisição.

Leia Mais →

Página 2 de 12

Petrópolis Sob Lentes & Desenvolvido por Nerd Etcetera