Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

Autor: Carolina Freitas (Page 1 of 8)

Café Gerhardt: autêntico na cor e no sabor

A linha ferroviária fazia caminho por trás do sobrado, então bastava o trem se aproximar para o baile das xícaras começar. Movendo-se de um lado para o outro, era naquele momento que o recipiente era segurado como se fosse presente. Embaixador do bom sabor, o Café Gerhardt fazia a vizinhança vibrar tanto quanto a locomotiva.

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Relojoaria Brilhante e a joia do tempo

Sem atrasar ou adiantar o relógio, a casa, simplesmente, regulava os ponteiros e indicava a hora de fazer da existência, experiência. Preciso, o serviço tornava o retorno do cliente decisivo. Tradicional e digital, era no dar corda ou no trocar de pilha que estava a manutenção da maior joia que a Relojoaria Brilhante poderia abrigar e fazer funcionar: o tempo.

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Altair: aquele que de mansinho chegou e revolucionou

Quem arrisca não petisca, e era esse o primeiro passo para explorar o restaurante: pegar a estrada para Itaipava. Seguindo à risca o manual – figurado pelas porções de cascudo e pelas emoções do forró – de mansinho o cliente ia chegando e, recebido com carinho, devagarinho fazia do Altair ambiente para descontrair.

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Mona Modas: sinal de charme e formosura

Ainda que julgados como lados opostos, a oferta da loja se revelava ímã de jovens e senhoras que, atraídas pela figura simpática e empática da dona Mona, despertavam magnetismo. E se para criar energia, precisa haver sinergia, é seguro dizer que foi com e pela freguesia que a Mona Modas escreveu poesia.

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Restaurante Paulista: onde o horário era pautado pelo cardápio

Pautado pelo cardápio, era pelo Restaurante Paulista que se regulava o horário. E se às 10 saía a aclamada empadinha, era sinal de que estava na hora de dar aquela saidinha. Na fila, fregueses ávidos por cheiros e temperos caseiros. Extenso e diversificado, era o menu o também responsável por nortear o freguês de volta às raízes.

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Os irresistíveis encantos do Tarrafa’s

A venda não era de pescados, mas uma vez entregue aos encantos do Tarrafa’s, dificilmente escapava-se da rede. Palco de apresentações, imitações e boas recordações, o ambiente fazia jus ao título de casa dos grandes espetáculos. Afinal, mesmo quando os shows eram tidos como concluídos, as amizades que deles surgiam, permaneciam.

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A Colegial: a papelaria dos uniformes

Contrário ao significado da palavra, de uniformes os trajes não tinham nada. Ainda que, à primeira vista, os fios seguissem um padrão, quando observados de perto se mostravam extensão da formação de quem o vestia. Detalhadas, as peças vendidas na Colegial eram notadas por dizer sem falar.

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Móveis Martins Filho: entre pais e filhos

Fundamentada em anéis, pode-se dizer que para estimar a idade da loja e do que saía dela, bastava analisar a formação tanto dos anéis de crescimento na madeira dos móveis, quanto das alianças entre funcionários. Na Martins Filho e, em família, crescia-se e fortalecia-se em contato com aquilo que a mão e o coração é quem faz.

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Moageira: do grão à base do pão

Descarregar, selecionar, purificar. De tanto observar, ainda que o expediente fosse dado como terminado, os funcionários da moageira abriam suas próprias comportas e faziam a fragmentação e a classificação de suas partes. Se depois de modificados os grãos mantinham seu real valor, o que os impedia de fazer o mesmo?

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Casa Cury: das compras triviais às mais especiais

Com um vasto leque de mercadorias, o cliente saía coberto, da cabeça aos pés, de aquisições e da certeza de que, ao mesmo tempo em que depositava dinheiro, depositava também confiança num dos principais magazines que priorizava a manutenção das relações. Na Casa Cury, o carinho se fazia caminho para a qualidade e a fidelidade.

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