Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

Autor: Carolina Freitas (Page 1 of 7)

Casa Cury: das compras triviais às mais especiais

Com um vasto leque de mercadorias, o cliente saía coberto, da cabeça aos pés, de aquisições e da certeza de que, ao mesmo tempo em que depositava dinheiro, depositava também confiança num dos principais magazines que priorizava a manutenção das relações. Na Casa Cury, o carinho se fazia caminho para a qualidade e a fidelidade.

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Casa Nova: a loja que lançou e virou moda

A intenção era estar nas alturas, e assim o fez. Piloto do próprio negócio, o senhor Tito Fiani constatou que a visão mais bela é aquela obtida de cima. Tendo transcendido os horizontes do conhecido, alçou altos voos e prosperou com a Casa Nova, sinônimo de inovação para cada nova geração.

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Produtos Alimentícios James: porções que ecoaram emoções

Os ponteiros do relógio avançaram, as portas da fábrica se fecharam e as mais belas recordações reverberaram. Carismático e emblemático, pode-se dizer que o negócio perpetuou os produtos James como sinônimo da época em que o comércio petropolitano, de tanto que escoava, ambicionava e emocionava.

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Banca do senhor Caruso: em vantagem com a melhor bagagem

Se com movimento a todo momento as estações eram sinônimo de novas sensações, pode-se dizer que, em Petrópolis, o astral do passageiro era ditado por uma banca de jornal. Afinal, aconselhado e encorajado pelo senhor Fedele Caruso, o viajante decidia e definia as linguagens e mensagens que carregaria na bagagem.

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Mafagafos: ninho de quem para lá voou e pousou

Longe de ser gaiola, de raminho em raminho o coração fazia ninho onde, sem exceções, se estreitavam as relações. Em família e inconscientes das proporções que o negócio tomaria, neste ninho de mafagafos, quatro mafagafinhos consolidaram um espaço que cativava e fazia com que, mesmo quem pudesse voar, escolhesse pousar e ali ficar. 

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City Foto: movimentos e sentimentos em foco 

A princípio um disfarce, nos movimentos e sentimentos do artista, os traços viravam realce. Longe de acobertar defeitos, os retoques levavam novos enfoques à arte inacabada. Preservados e eternizados, os momentos no City Foto tinham na figura do senhor Clodomir o responsável por fazer valer o frescor do amor.

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Supermercado ENSA: onde carrinhos indicavam os caminhos

Entre corredores e setores, empurrar o carrinho era o primeiro passo para se explorar o próprio caminho. Feita a projeção do destino, ficava a cargo de quem estivesse na direção, regular a velocidade e a impulsividade ao volante. Afinal, individuais e imateriais, os êxitos no Entreposto Nacional S.A, o ENSA, se mostraram graduais e extracontratuais.

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Loja Dako: entre fogões e aviões

Nas nuvens ou na terra, transitar pela loja era como estar na primavera; sempre em tempo para se deixar encantar, renovar – os acervos – e relaxar os nervos. Muito além dos fogões, foram as miniaturas de aviões, vagões e carrões que fizeram da loja Dako aquela em que era possível voar sem tirar os pés do chão.

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Barquinho: a navegação que virou atração

Contra a correnteza, o navio se opunha ao fluxo da natureza. Supostamente ancorado, estrelava as aventuras de quem o contemplava. Modesto, era suficiente para a manifestação de candidatos à tripulação. Quem diria que, em pleno Rio Piabanha, a construção do Barquinho faria da navegação, verdadeira atração.

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Casa Xavier: pronta para o que der e vier

O amor pelas mercadorias era à vista, mas a compra… Ah, essa era parcelada. Longe de cilada, as prestações eram caminho para as aspirações. Desafiadoras e transformadoras, punham em xeque um leque de produtos que davam frutos. Adentrar a Casa Xavier era o mesmo que se preparar para o que desse – para custear – e o que viesse – de novidade.

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