Petrópolis Sob Lentes

Um blog sobre lentes dotadas de memória e história

Autor: Carolina Freitas (Page 1 of 9)

La Bohemia e as táticas do jogo da conquista

Premeditado na derrubada dos pinos, no jogo da conquista, por sua vez, o número de arremessos dependia da investida. Sem passar da linha – para não perder pontos frente aos adversários, e nem se firmar no uso da canaleta, o grande lance no La Bohemia era partir para o ataque. 

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Ducal e o bem-estar de comprar

No ducado do senhor José Cândido Moreira de Souza, a moeda era cunhada no princípio da reciprocidade; na ideia de que o primeiro passo para unificar um território é conhecer e satisfazer quem nele vive. E foi assim, sob a jurisdição do referido dirigente, que comprar na Ducal se tornou sinônimo de bem-estar.

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Farmácia Modelo: referência no nome e além dele

Nas artes plásticas um modelo é uma reprodução estética de algo tido como fonte de inspiração. E ainda que na farmácia comandada pelo senhor Capella não se trabalhasse com argila ou gesso, a arte feita por ele era tida como referência. Ideal do mais alto grau, ‘Tuta’ provava que nada é mais contagioso do que um exemplo.

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Era uma vez, no Palácio das Noivas

Bastava atravessar a porta de entrada da loja que os clarins começavam a tocar e as noivas já se imaginavam no altar. Rodeadas por madrinhas cujo coração era o maior instrumento de magia, no conto de fadas do Palácio das Noivas a carruagem não virava abóbora e o relógio, em vez de encerrar, o ápice da história fazia engrenar.

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Casa Aloysio e a magia de seus distintos tecidos  

Com exceção dos tecidos, que facilmente poderiam virar capa, o senhor Carlos Luiz Pereira não usava cartola e nem dela tirava um coelho, mas ainda assim era tido como mágico. Longe, porém, de ser descrito como ilusionista, enfeitiçava o público pela realização do que, até então, era tido apenas como ficção.

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Cantina Bom Giovanni: entre pinturas e travessuras

Munido de tratamento e acolhimento diferenciados, o ambiente proporcionava ao cliente as vantagens de um camarote. Garantia de prisma privilegiado dos carnavais e desfiles da Avenida, era a Cantina Bom Giovanni a também responsável por colocar o cliente frente a frente com a arte, fosse a partir das pinturas ou das travessuras que abrigava.

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Casa Olga: aquela que foi coroada lar das meias

Admirador da arte, não demorou a também dela se tornar criador. E, sabendo que por trás de toda peça existe uma história a ser contada, caprichou na trama. Coroou as Casas Olga como o lar das meias, fez dos fios condutores de desenhos e ressignificou o acessório como aquele que veste, mas não cobre: (re)descobre.

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Casa Schanuel: onde o pedalar fez lugar

Destemido e decidido, não demorou a perceber que, em cima da bicicleta, para estar em constante movimento é preciso manter o equilíbrio. No começo sem saber onde frear ou quando acelerar, se lançou à ciclovia. Aos 20 anos assumiu a Casa Schanuel e, no próprio ritmo, entendeu que pedalar não é apostar corrida.

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Café Gerhardt: autêntico na cor e no sabor

A linha ferroviária fazia caminho por trás do sobrado, então bastava o trem se aproximar para o baile das xícaras começar. Movendo-se de um lado para o outro, era naquele momento que o recipiente era segurado como se fosse presente. Embaixador do bom sabor, o Café Gerhardt fazia a vizinhança vibrar tanto quanto a locomotiva.

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Relojoaria Brilhante e a joia do tempo

Sem atrasar ou adiantar o relógio, a casa, simplesmente, regulava os ponteiros e indicava a hora de fazer da existência, experiência. Preciso, o serviço tornava o retorno do cliente decisivo. Tradicional e digital, era no dar corda ou no trocar de pilha que estava a manutenção da maior joia que a Relojoaria Brilhante poderia abrigar e fazer funcionar: o tempo.

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