A autora

Carolina Freitas deu início à faculdade de Jornalismo com a meta de se tornar uma correspondente internacional. No quinto período, contudo, descobriu que poderia viajar – para o passado – sem nem precisar sair de Petrópolis.

Desde então tem vivido, diariamente, uma jornada de autoconhecimento e de ressignificação das fachadas e pessoas com que se depara.